A GEN Z E O MERCADO DE TRABALHO


 

ECONOMIA

(Imagem: Correio Brasiliense | Reprodução)

Acabou a moleza. A taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos caiu para o menor nível desde 2014, atingindo os 16% no 3T deste ano — quase 2,5 milhões.

  • A única faixa etária da Gen Z que teve um aumento de desemprego foi entre 14 e 17 anos, que subiu de 29,8% para 30,2%.

Mesmo com cada vez mais jovens trabalhando, o desemprego entre eles é quase 2x maior que a média de todo o país, que fica nos 8,7%.

"Emprego? Nem quero saber…”

A Gen Z continua liderando a parcela da população que é considerada inativa, ou seja, que está em idade de trabalhar, mas não busca emprego.

O Brasil ainda é o segundo do mundo com maior proporção de jovens nem-nem, atrás apenas da África do Sul.

Nem-nem? Nem-nem são aqueles que nem estudam e nem trabalham. No Brasil, eles são 36% dos jovens.

A diferença aqui é que não necessariamente eles estão nessa situação por opção, mas muitas vezes por falta de oportunidades.

Caminho difícil: 2/3 dos brasileiros entre 14 e 29 anos ganham no máximo um salário mínimo (R$ 1.320) no primeiro emprego. Aqueles que se formaram no ensino médio normalmente conseguem ganhar 7,5% a mais do que os com EM incompleto.

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